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sexta, 28 outubro 2011 16:07

Câmara Municipal acolheu 2º Colóquio “Participação do cidadão na saúde”

Reconhecendo que as atuais transformações a ocorrer no setor da saúde, designadamente ao nível da prestação de cuidados de saúde primários, exigem participação permanente e compromisso sistematizado dos cidadãos, o Gabinete do Cidadão do Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Interior Norte (ACeS PIN 1), com a colaboração do pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, levaram a cabo o 2º Colóquio subordinado ao tema “Participação do cidadão na saúde”, que teve lugar a 25 de outubro e juntou várias dezenas de oliveirenses no Salão Nobre da Câmara Municipal.

A ação, que pretendeu dar continuidade ao 1º Colóquio, realizado em janeiro, na Lousã, teve como principal objetivo potenciar a valorização e estímulo à participação do cidadão no domínio das políticas de saúde, considerando que é importante que, também nesta matéria, estes tenham voz ativa e possam participar nos modelos de gestão relativos à prestação de cuidados médicos.

Na sessão de abertura do colóquio o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital apreciou a pertinência e atualidade do assunto em questão e, face às mudanças anunciadas para o domínio da saúde, assumiu-se “preocupado com os cuidados médicos prestados no concelho e com a nova organização do Sistema Nacional de Saúde”, deixando ainda bem clara a sua posição sobre o serviço de saúde à disposição dos oliveirenses.

“Acredito que seja preciso fazer reestruturações no Centro de Saúde, agora que ninguém pense que nos vai fechar as urgências de Oliveira do hospital, sobretudo as noturnas”, afirmou José Carlos Alexandrino, que avisou ainda os “poderes políticos” de que “haverá, da parte do município, um combate feroz contra as pessoas que querem continuar a roubar aquilo que o interior tem”.

A falta de recursos humanos e até de meios auxiliares de diagnóstico ao dispor do Centro de Saúde local foi outra das preocupações manifestada pelo autarca oliveirense, que também aludiu ao impacto dos preços das taxas moderadoras, em especial para uma “nova classe de pobres que está a chegar devido à nova realidade”.

Numa iniciativa alusiva à saúde, e aos cuidados de saúde primários em particular, José Carlos Alexandrino alertou que “só podemos ter um bom país, se tivermos saúde de qualidade”, assumindo postura semelhante no que respeita a áreas como a Educação e a Justiça, que considerou carecerem de equilíbrio.

A moderar um colóquio participado por médicos, investigadores e outros responsáveis, o presidente do Conselho Clínico do ACeS PIN1, Figueiredo Fernandes, defendeu “o papel determinante” que os agrupamentos de centros de saúde devem ter para que se alcance um “Serviço Nacional de Saúde de qualidade”, com destaque para a continuidade que deve ser dada à reforma dos cuidados de saúde primários.

        

ptnlenfres

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