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sexta, 25 novembro 2011 16:04

“Oficina de Ciências” levou a ciência até aos mais novos na Ludoteca da Biblioteca Municipal

Na semana de 21 a 25 de novembro a Ludoteca da Biblioteca Municipal de Oliveira do Hospital levou a cabo a “Oficina de Ciências”, procurando estimular nos mais novos a curiosidade pelo mundo da ciência e de lhes proporcionar, simultaneamente, a oportunidade de contactar com novas situações de descoberta e de exploração do mundo.

 

Tendo em conta que a ciência se enquadra na área do conhecimento do mundo e vai ao encontro da curiosidade natural das crianças no seu desejo de compreender o “porquê” das coisas, a Ludoteca improvisou um laboratório onde os mais novos tiveram oportunidade de ser cientistas por um dia, participando em experiências e brincadeiras com múltiplos elementos e contactando de perto com a realidade e os instrumentos próprios de um laboratório de ciências.

A responsável pela Ludoteca, Ana Isabel Martins, explica que se apostou no desenvolvimento do “espírito crítico nas crianças”, sublinhando que “a criatividade e a curiosidade devem ser desenvolvidos logo no ensino pré-escolar, levando-as a questionar, a propor soluções e a tirar conclusões”.

A “Oficina de Ciências” contou com a presença de cerca de 200 crianças e, para além da espetacularidade do espçao em si – foram utilizados diferentes reagentes e corantes que, quando combinados, criavam uma vertente visual apelativa, levando mesmo os mais novos a pensar que se tratava de “magia” – as experiências, que incluíram a construção de um medidor da direção do vento e de um pluviómetro, envolveram ainda o registo e a sistematização das diferentes atividades, possibilitando às crianças o tirar de conclusões, a análise a posteriori ou a repetição das experiências.

Com a convicção de que a ciência deve ser fundamentalmente prática, de modo a despertar o entusiasmo das crianças, a responsável pela Ludoteca de Oliveira do Hospital confessa estar sempre atenta à vertente pedagógica proporcionada pelas atividades que organiza. “Não nos esquecemos de partilhar com os mais novos noções como as diferentes medidas, vocábulos próprios de um contexto de laboratório e regras de segurança, como o uso de bata e luvas”, referiu.

        

ptnlenfres

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